quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Em Blumenau: coisas da natureza

Quem mandou as fotos foi o Ricardo Zanon, amigo de Santa Catarina.

Vejam o que aconteceu em Blumenau: o deslizamento deixou a imagem perfeita de uma cruz.

Impressionante!



19 comentários:

Marcia Gullo disse...

Coisa de loco. Depois tem gente que diz que Deus não exite. Credo!!!

Bejus e inté.

Odele Souza disse...

Impressionante mesmo. Quanto mistério a vida encerra.Esta foto é um exemplo disto.

Um abraço Gloria.

Ricardo Zanon disse...

É impressionante mesmo! Muitas pessoas estão dizendo que é um sinal de Deus, como quem diz: Vejam o que vocês estão fazendo. Outros interpretam como uma maneira de Deus dizer: Estou aqui! O certo é que independente de religião a forma como ficou a cruz foi perfeita, parece que cortaram com máquina.
Beijosss

Mestre Zen disse...

Eu to vendo um sinal de "+" (mais) hauahuahu
Brincadeiras a parte,tem que se ter cuidado com o que se observa simbolicamente em padrões visuais desorganizados e/ou randomicos.

Matheus Braga disse...

Coisas da Natureza...Coisas de Deus!!! abrs. Matheus Braga!!!
www.matheusbraga.com.br

Doris disse...

'Mistérios da natureza'!!!
Incrível mesmo...
Namastê
Doris

Lara disse...

Nossa, é impressionante mesmo. Será alguma mensagem de Deus?!
Vai saber né...
beijo

Andreza disse...

Parece ate photoshop!
Incrivel o que a natureza faz...

Dani Antunes disse...

Nossa!
Tomara que o pessoal continue doando as coisas e dinheiro, principalmente, pro povo de SC.
Eles estão precisando.

Conscientização, solidariedade, compaixão, nobreza de espírito...

Acorda, Brasil!

nine disse...

Glória, bom dia. Sou de Belo Horizonte e gostaria de te encaminhar um email com informações para o seu trabalho da novela, que acredito serem de grande valia. Admiro muito o seu trabalho e gostaria muito de contribuir. Meu email particular é ninemartins@uol.com.br
Mais informações podem ser conseguidas através do site www.tantrananda.com
Abraço,
Janine.

Anônimo disse...

´PARECE O FIM DOS TEMPOS!

Naturline disse...

ó navegando por aqui, aproveitando prá deixar um beijo e uma abraço!

Renatta Maria disse...

Oi, Glória!!!

Não conhecia seu blog, foi uma agradável surpresa: cheguei aqui através de um link de outro blogueiro... Sou nova por aqui, resolvi fazer meu blog também.
A propósito, adorei o seu, posso linkar no meu?

Fiquei estarrecida com esse post "Coisas da natureza"... É como se Deus tivesse impresso uma marca na encosta, né?

Bjks, Renatta Maria.

Êidina Queiroz disse...

Olá, Gloria Perez, Êidina Queiroz, uma acreana com muito orgulho, vem pedir para que seja divulgado o blog Êidina Queiroa falando sobre Lúpus Http://eidinaqueiroz.blogspot.com

Sayonara Salvioli disse...

Impressionante, Glória! Estou, justamente neste momento, postando em meu blog um texto em que falo de temas ligados à metafísica... E fico imaginando, após ver esta foto que postou, que incríveis coisas não acontecem sem que possamos ter noção do que vai além do visível!...
No fim de contas, mesmo, sempre voltamos a Shakespeare e sua sabedoria além-tempo: "Há mais coisas entre o Céu e a Terra do que julga nossa vã filosofia".
Por algo assim é que sempre creio no incrível, duvido do meramente palpável e faço votos de plausibilidade ao impossível!
Beijos de sua leitora e espectadora :)

Andréa Almeida disse...

Essa imagem foi exibida no programa da Ana Maria Braga (Mais Você) Também fiquei impressionada... Monha interpretação é que todos devem seguir com sua cruz, assim como Jesus!

Luci Lacey disse...

Vim do blog da Flavia... Vivendo em coma.

Una-se a esta corrente.

http://arcadenoe.ning.com/profiles/profile/show?screenName=2qz61753z5a2i

Cada clique e adesao, gera $$ para o FIA - Fundo de Infancia e Adolescencia - Itajai.

Abracos

Anônimo disse...

iveconesul@gmail.com




BLOG IVE - Diálogo para uma mídia construtiva - 05.12.2008
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PALAVRAS DA EDIÇÃO



Logotipo "Blumenau Vive" de autoria da design Cris Fernandes. A campanha é iniciativa da empresa Bem Viver Gestão, com o objetivo de manter ativa a auto-estima da população.
Esperanças e tragédias no fechamento do boletim IVE

Durante todo o ano de 2008 a equipe do boletim IVE esteve sintonizada com as principais coberturas do noticiário nacional e internacional, além de programas, documentários, vídeos, peças publicitárias, entrevistas e conteúdo da blogosfera, a destacar o que convencionamos chamar de mídia positiva, histórias de vida, em imagens de esperança que colaboram na construção de um mundo mais solidário.

No final deste mês de novembro, nossa equipe esteve no centro de acontecimentos midiáticos marcantes, enquanto ocorria a elaboração deste boletim. Sediada na cidade de Blumenau, um dos municípios mais atingidos pela catástrofe que se abateu sobre a região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, a equipe de fechamento do boletim IVE viveu, durante toda a semana de 22 a 29 de novembro, momentos de angústia, aflição, tensão, medo e reflexão. Tudo no acompanhamento dos fatos e do noticiário resultante de um dos momentos mais tristes vividos pela população brasileira.

A pergunta que nos fazíamos, enquanto preparávamos esta edição: como nos manter em um estado propício às nossas funções em um momento em que amigos e amigas próximos perdiam vidas, casas e negócios por causa da enxurrada e da lama?

O editor responsável pelo boletim IVE, jornalista Manoel Fernandes Neto, em 27 de novembro, escreveu um artigo especial para a Folha de São Paulo, que reproduzimos abaixo. Nele, colocou-se à prova ao narrar os fatos e, ao mesmo tempo, garimpar lições e ensinamentos no meio do caos, mantendo a esperança de dias melhores, mesmo com uma “vontade sufocada de chorar”. No mesmo dia, em entrevista à Rádio Bandeirantes, com enfoque amadurecido, o editor aprofundou-se nas reflexões sobre a utilização da água potável, racionada em toda a região, e o sentimento de colaboração e determinação das pessoas. (Ouça a entrevista neste link).

Passados todos esses momentos de transe, em que cada um enfrentou suas perdas e suas dores de acordo com suas crenças, filosofias e doutrinas, o que sobressai na cobertura da mídia são momentos de esperança. Pessoas que tudo perderam e que se unem a outras para ajudar as vítimas; pessoas que saíram de sua segurança, para levar atos e palavras de estímulo a outras; pessoas que se negam a entregar os pontos, mesmo se os fatos forem implacáveis.

As lições ainda são inumeráveis. As próximas gerações com certeza saberão compreender os verdadeiros significados dos acontecimentos. De nossa parte, o próprio nome da operação montada para resgatar as pessoas – “Esperança”, é o símbolo de percepções e aprendizados duradouros. Imagens e vozes presentes em nossas mentes e corações.

Equipe IVE.org.br



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Mídia que Constrói - Depoimento

"Voltamos aos tempos primitivos"

MANOEL FERNANDES NETO
ESPECIAL PARA A FOLHA, em 27 de novembro de 2008

Sem chuva ininterrupta desde terça, a tensão passou. A quantidade de água no sábado e domingo foi algo que não tive referência mesmo após eu ter morado durante mais de 20 anos na cidade de São Paulo, de ruas alagadas e congestionamento nas marginais a cada chuvinha. Aqui, diferentemente, a enchente não ficou encaixotada eletronicamente pelas notícias da TV, algo distante. Ela estava na porta de todos. Na rua transformada em rio caudaloso, nas crateras abertas nas avenidas, na terra que rolou de montes e morros.

Blumenau é um vale. Difícil a rua que não tenha um morro a menos de 200 metros. Foi esta a situação mais grave; a terra que desceu, jogando casas sobre outras casas. Uma amiga me ligou na noite de sábado. Mora em sobrado bom. Em um bairro alto. Foi categórica: "Entra água pelas tomadas, parece cano quebrado". Deixou rapidamente a casa, que resistiu bravamente. Outras não tiveram tanta sorte.

Na mesma noite, um estrondo cortou a energia das ruas de trás daquela em que moro. Vizinhos na calçada. Na manhã, a constatação de que mais um morro viera abaixo. Algo tão perto. Tão real daquilo que para nós são notícias de jornal.

Agora, a tristeza toma conta dos moradores. A água baixou. Difícil não ficar sensibilizado, tocado, por mais racional que se possa ser. Blumenau é um corpo inerte, com suas vísceras expostas. O cenário é de fim de mundo cinematográfico, algo que lembra o seriado Jericho [série sobre moradores do Kansas depois de um ataque nuclear], que recentemente passou na TV a cabo. No entanto, nada aqui é fantasia. A dor é real e não baixou com as águas. Casas, antes livres de enchente, agora à mercê de deslizamentos. O solo derrete pelo volume das águas. O olhar das pessoas ainda procura soluções para dúvidas permanentes e alternativas urgentes. O telefone não pára de tocar com pedidos de auxilio. Nos sentimos impotentes.

Cem por cento da cidade está sem abastecimento de água desde sábado. Voltamos aos tempos primitivos. Percebemos como desperdiçamos água em um banho de chuveiro de cinco minutos em situações normais. Hoje ficamos felizes com meio balde, e temos certeza de que nunca estivemos tão revigorados.

Para os homens e chefes da casa, como eu, soluções para tempos de sobrevivência: defeco e enterro os rejeitos no quintal, para economizar. Mas isto é o de menos. Muitos perderam tudo. A casa do pai de uma grande amiga foi soterrada por uma montanha. Era um local rural, paradisíaco, com direito a cachoeira ao lado da casa. Será quase impossível encontrar os corpos.

Quem está vivo, agradece a Deus. Procuro manter o ânimo, principalmente por causa das minhas filhas, apesar de uma vontade sufocada de chorar. A certeza: depois do choque, a cidade vai reagir. Este novembro de 2008 também entrará para a História de Blumenau.

MANOEL FERNANDES NETO, 45, é jornalista e mora em Blumenau desde 2002. O bairro onde vive ficou isolado, apesar de a enxurrada não ter afetado sua casa. Casado, tem duas filhas.

Mídia que Constrói - Som do Filme




Mídia que Constrói -Primeira página

Capas inspiradoras

Foram três capas do jornal de Santa Catarina que se encaixaram no rol de imagens e vozes da esperança. A primeira, um chamamento pela reconstrução e a imagem da alimentação dos desabrigados (28.11). A segunda (1.12) trazia diversas histórias de pessoas que já estavam arregaçando a manga e reagindo à situação, em exemplos que disseminaram e animaram toda a cidade. A terceira capa (2.12), a solidariedade de todo o Brasil e a manchete de destaque, convocando as pessoas para organizar as centenas de toneladas de doações que chegavam a Blumenau.

Leia também a matéria Hora de recomeçar



Mídia que Constrói -Livro





Mídia que Constrói -Blog

Tudo bem com a informação

O AllesBlau, "tudo bem" em alemão, é um blog colaborativo, que surgiu durante o desenrolar da tragédia em Blumenau. Rota de ruas, condições de estradas, imagens atualizadas, dúvidas de leitores que também colaboravam com informações; a chegada de auxílio externo, a mobilização do poder público, a solidariedade que começava a despontar em cada canto da região, nada escapou aos olhares e ouvidos dos componentes do grupo.

www.alesblau.net

Leia também. A Gênese de um blog



Mídia que Constrói - Propaganda


Sim, crianças

Dois comerciais da Pampers, em uma campanha com o UNICEF, toca os nossos sentimentos. Tudo bem, dirão os céticos, "mas são comerciais com crianças". Ok. Mas como resistir a tanta doçura e esperança?

Assista:
http://br.youtube.com/watch?v=HfySoZ3X4kI&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=OYfJfx220lo



Mídia que Constrói - Gente

Chico Mendes

Ele inspirou uma geração que não se cansa de lutar pela Vida. Chico Mendes, O Preço da Floresta, é o documentário do Discovery, que acontece na segunda, 8 de dezembro, e em outros dias e horários. Quais as lições e as mensagens de vida que deixou o legado do seringueiro, sindicalista e ativista ambiental brasileiro?

Veja todos os horários desse programa. São fornecidos pelas emissoras e estão sujeitos a alterações: 07/12, 21h00; 08/12, 01h00; 08/12, 04h00; 08/12, 10h00; 12/12, 22h00; 13/12, 03h00.



Mídia que constrói: Histórias e heróis

Mensagem solidária

Alex Citadin pedalou 10 quilômetros sob chuva torrencial para avisar o batalhão sobre a catástrofe, esteve na linha de frente dos primeiros resgates, viveu para contar seu exemplo e inspirar outras pessoas. Um caso bem retratado pelo jornal de Santa Catarina em “Herói de farda e bicicleta”. Leia

Mumbai sensível

Outro palco de tragédia neste mês de novembro, desta vez de cunho político, foi Mumbai, na Índia, que também despertou histórias de vida de desconhecidos, que com detalhes e percepções cumpriram seu papel na História, inspirados por um sentido de cooperação e urgência, tão necessários nos momentos difíceis.

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2008/12/02/ult574u8996.jhtm
(para assinantes UOL)




Mídia que Constrói - Iniciativas



Solidariedade exposta

Durante as edições publicadas durante a tragédia, o jornal diário de Blumenau, o Jornal de Santa Catarina, do grupo RBS, criou e publicou o “Mural da Solidariedade” (reprodução acima). Em uma diagramação criativa, o mural trouxe uma comunicação ágil e eficiente para as necessidades inerentes de uma situação de emergência, ao abrir espaço para a participação do leitor e sua vontade de ajudar.



Unidas

Três emissoras de TV de Blumenau, teoricamente concorrentes, uniram-se na cobertura dos acontecimentos causados pelas chuvas. TV Galega, TV FURB e TV Legislativa formaram a "Rede Solidariedade" e transmitiram durante 24 horas notícias e informes para auxiliar as pessoas, em um rodízio de apresentadores e estúdios.



Mídia que Constrói - Hoaxes

Hoax é uma informação não confirmada que circula por e-mail, um texto, uma mensagem, uma notícia, em tradução literal, um embuste. Todavia, algumas mensagens, quando lidas com o bom senso necessário pode nos trazer algumas reflexões.

SlideShow

"Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia."

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar. Se quiser, repasse, se não, o que importa? O nosso almoço está garantido mesmo.

Texto que circulou na web com autoria não confirmada de Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.
Começar de novo
Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério
Eu tinha rejeição por quem era da periferia
Até que me deram abrigo e alimento

Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome

Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas

Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos
Eu não ouvia rádio
Até ser ela que manteve a minha energia
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias

Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos,
Agora nem tanto
Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora

Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio
Graças a Deus
Vamos começar de novo.

Texto que circulou na Web, de autoria de suposto anônimo que viveu uma enchente na Argentina, fatos não confirmados.



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Conexões IVE

Gestão correta das águas pode atenuar tragédias
Paula Scheidt
Catástrofes como enxurradas poderiam ser minimizadas se a Política Nacional de Recursos Hídricos fosse colocada em prática de um modo adequado.
Leia

A Vez e A Voz do Brasil
Chico Villela
Mas há um campo em que o Brasil pode fazer avultar sua presença, com peso de outros fatores fora dos expressos em números e quantidades favoráveis: o campo da paz. Imerso num mundo conflagrado, e mesmo às voltas com conflitos sociais internos, o Brasil apresenta-se como o país pacífico cuja última guerra, conhecida entre nós como ‘Guerra do Paraguai’ (abstraída a pequena participação na Segunda Guerra), deu-se há cerca de 140 anos. O Brasil tem cacife no jogo geopolítico internacional como campeão da paz. Faltam as iniciativas.
Leia




Imagens da Paz



Foto de Marcelo Peri

Acesse também Imagens da Paz

Outras inspirações - entre sem bater
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Iris disse...

Simplesmente inefável