terça-feira, 27 de maio de 2008

Vale a pena lembrar:

8 comentários:

Leila disse...

Jabor, sempre Jabor.
Olhe Glória, há momentos em que perco a razão e passo a crer na inviabilidade do ser humano.
Felizmente essa perda de razão dura pouco. Há tanta gente boa neste mundão de meu Deus!
Hei de ter paciência para acreditar que, nestes e em outros tantos casos, a justiça se faça maior.
Um abraço grande.

Anônimo disse...

Eu não conhecia est~e depoimento do Jabor: moro fora do país há muito tempo, acompanho intermitentemente porém com horror a pavorosa realidade que também é minha apesar da distância. Milhões de vozes deveriam se juntar à do Arnaldo Jabor, à sua, Gloria, à de uma justiça universal que não deveria ser impossivel. aliki, de Genebra, Suiça (desculpa, só consigo comentar anonimamente, nâo sei pq)

Tekinha disse...

Admiro esse homem, corajoso enfrenta as feras de frente. Não teme em colocar suas indignações

Tekinha disse...

Ahhhhhhhhh!!!

Gloria sou sua fã viu??? rsrssr

Rita Fernandes disse...

Não podemos permitir que tenhamos amnésia ou deixar que os remedios da justiça possam interferir em nosso proprio julgamento, como acontece em varios casos ( crimes) no nosso BRASIL!!!
Um abraços e mais uma vez uma postagem Gloria e refrescante....

Danielzinho disse...

O Jabor também podia falar na velocidade em que o caso dos Nardoni está sendo tratatod pela justiça, pois existem diversas famílias que tiveram seu entes assassinados e os culpados ficam aguardando meses para serem ouvidos e anos para serem julgados.

Denise Arcoverde disse...

Glória, eu não gosto do Jabor, tem coisas que ele fala que me deixa morrendo de raiva, mas nessa aí eu concordo com ele.

Beijos!

kasame_77 disse...

Vivemos em um Estado Democrático de Direito e, para mim, uma bacharel em direito, é vergonhoso pensar nisso. Será? Será que essa junção de Estado+democarcia+direito, tá sendo utilizada da forma correta?
Em nossa Constituição, Carta Magna do nosso País, há as denominadas clausúlas pertreas (são disposições que proíbem a alteração, por meio de emenda, tendentes a abolir as normas constitucionais relativas às matérias por elas definidas), aquelas invioláveis, que asseguram determinados direitos fundamentais..como o direito a vida. Mas será que os assassinos da menina Isabela, pensaram em algum momento no direito de vida dela? Nesse caso em questão, o assassino dessa menina tem direito a chamada ressocialização? Analisando caso a caso, este em questão, se foi realmente o pai e a madastra, essas pessoas não podem mais viver na nossa sociedade, criar os filhos...então...não desejo imprimir sentimento de vingança em ninguem e nem fazer apologia a pena de morte. Mas acho que o Brasil deveria analisar melhor esse sentido "RESSOCIALIZAÇÃO" e esse poder legislativo...que acaba engessando a socieddade com hipocrisia, e aquela velha historia..pimenta nos olhos dos outros é refresco. Qd acontecer algo com a família de deputados..senandores...aí vão começar a pensar que o problema não é a lei e sim, eles (a família vaio perceber), ex. a mãe do alexandre nardoni nunca aparece, alguém lembra da cena ela gritando que p/ pegarem o assassino, o assassino tava ao lado, cruzes. O problema tá na hipocrisia de uma sociedade que não tem pena de morte, mas submete um ser vivo a ficar com outros 70 numa cela, pequena, sem banheiro, e acha que essa pessoa depois de cumprir 1/6 ou 2/3 da pena está ressocializada. O meliante não aprende nada, só fica pior, o crime ocorreu, a família sofreu e nada, a família do preso sofreu, e vai sofrer mais, pq o cara vai sair um monstro, e se antes apenas, é apenas matou, vai estuprar, roubar,...Gente, que país é esse?