Vejam que beleza as oferendas aos deuses: todos os dias elas são renovadas, e estão presentes no hall de todos os hotéis.


Os professores andam sofrendo nas salas de aula, com a falta de limite dos alunos. Muitos chegam até a desistir da carreira.
Ela é casada com Raul (Alexandre Borges). Pessoa bacana, generosa e de boa fé, será vítima das armações e das maldades de Yvone (Letícia Sabatella).
Olhem só o Lima Duarte na pele de Shankar, o brâmane que adota o intocável Bahuan (Márcio Garcia), se preparando para gravar.
Giovana levou a Marjorie para um encontro com o pessoal da ABRE, em SP. E manda notícias pra nós:
Inconcebível ficar assistindo, por todos os meios de comunicação, esse debate surreal sobre se Lindemberg atirou antes ou depois da explosão!


Ele é Bahuan - o dalit, o intocável- aquele que não tem casta, é a poeira sob os pés de Brahma.

Quem manda as fotos é a Dani, uma brasileira que mora no Japão e está sempre na Índia! Vejam num intervalo das gravações, nossa MAYA e nosso RAJ
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Lembram da Ritinha de Amazonia? a Brenda Haddad? Ela é RANI em Caminho das Índias. Ricardo Tozzi é KOMAL, o irmão mais velho de MAYA.
Osmar Prado é Manu, o comerciante de perfumes, pai de Maya (Juliana Paes). Vai duelar com OPASH (Tony Ramos), pai de RAJ (Rodrigo Lombardi), noivo de Maya (Juliana Paes).
Da coluna do ANCELMO:



Vejam que beleza: é o Hawa Maha, o Palácio dos Ventos, como ficou conhecido, pelas 953 minúsculas janelas na fachada principal. Quando o vento sopra, produz uma melodia em seu interior.
Ela se chama Baby Halder, e seu talento literário foi descoberto pelo patrão, um professor de antropologia que, um dia, ao descobrir que sua empregada doméstica sabia ler, lhe pôs nas mãos um bloco de papel dizendo que escrevesse o que lhe viesse à cabeça.
Zé vai fazer PANDIT,o sacerdote brâmane que oficia as cerimônias e orquestra os acordos de casamento em CAMINHO DAS ÍNDIAS.Ontem, 14 de Setembro de 2008, foi a cerimônia do nome do meu sobrinho, ou melhor o Naamkaram.
Segundo a tradição hindu, o nome da crianca só pode ser dado após pelo menos 10 dias do seu nascimento, normalmente acontece apos 12 dias, pois apenas apos esses dias é que o horoscopo da criança esta totalmente formado.
O hinduismo segue muito a astrologia e para dar nome ao bebe nao é diferente. O Pandit (padre) faz o mapa astral da data do nascimento da criança para saber quais nomes sao propícios para ele.
Durante a cerimonia são feitas oferendas aos Deuses e a Agni, Deus do fogo, para purificar o ambiente e o bebê. No altar, junto com as oferendas é colocado tambem o papel com o horóscopo (mapa astral) do bebê. Ao final da cerimônia, quando o nome ja foi decidido, o Pandit escreve o nome em uma folha, enrola, e pronuncia o nome no ouvido do bebê.
No final, como toda boa festa indiana, ha musica. Nada como uma Bhangra pra fazer o povo dançar.
Bom, para aqueles que ficaram curiosos o nome do meu sobrinho é: Aditye Kishore Thapliyal.
Elas dividem o mesmo apartamento: Betty Goffman é DAYSE, uma figuraça dessas que tem a cabeça nas nuvens e está sempre encontrando o sentido maior de sua vida!

O Rakhi 'e considerado o dia dos irmaos.
A celebracao 'e simples. As irmas amarram uma pulseirinha chamada Rakhi no pulso do irmao como amuleto e lhe da um doce. Em troca o irmao garante a protecao a irma e lhe da um presente ou dinheiro.
Segundo a lenda Hindu,ha milhares de anos em uma guerra entre deuses e demonios o demonio Brutra estava avancando e os Deuses liderados por Indra estamos se defendendo. Indra se aproximou do Guru Brihaspati para tentar achar uma solucao para vencer a luta entao, Brihaspati mandou Indra amarrar uma linha em seu pulso sobre os poderes de um mantra sagrado. Indra entao chamou sua rainha Indrani que amarrou a linha no pulso de Indra. Essa linha sagrada 'e chamada Raksha e ela ajudou os Deuses a conseguirem a vitoria.
Seguem algumas fotos da celebracao do Rakhi entre as criancas da minha familia.
http://jueboskie.blogspot.com/
Dias atrás foi a Vera Flores, agora a Cleyde. Jovem demais, de repente e, ao mesmo tempo, não tão de repente: Cleyde tinha pressão alta, e há cinco anos, desde que perdeu a Gabriela, se cuidava pouco. Viveu para conseguir que a filha tivesse justiça, e para que todos os outros pais e mães desse país, atingidos pela mesma violência que a atingiu, tivessem justiça também.
Aqui em casa promovi o encontro dela e do Santiago com o promotor (hoje desembargador) Muinos Pinero, e desse encontro nasceu o projeto de emenda popular(redigida por ele), que ela levou ao Congresso, acompanhada por um número imenso de pais de vítimas de todo o país. (primeira foto)