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Lima Duarte é Shankar, um físico brâmane, que acolhe e cria como filho o menino intocável, BAHUAN (Márcio Garcia).
Posts atrás falei de meu pai. Hoje quero lembrar meu avô Giuseppe.
Esse impressionante observatório está localizado na parte sul do palácio de Jaipur, a cidade rosa. Foi construído entre 1728 e 1734 pelo imperador Singh. É um conjunto de instrumentos de dimensões monumentais, extraordinários em sua precisão.
Uma antiga descrição desse Observatório, transmitido na literatura de viagens de fins do século XIX e início do XX, levada por imigrantes alemães ao Brasil, reconhecia a importância extraordinária de Jantar Mantar:
Esse depoimento eu encontrei no blog da Sandra Bose, e estou postando aqui, porque ele tem tudo a ver com o assunto de Caminho das Índias: nós também parecemos muitas vezes exóticos e absurdos, quando vistos sob a perspectiva de uma outra cultura.
Essa imagem do deus Shiva revela uma concepção do hinduísmo bem estranha ao pensamento ocidental: ele é, ao mesmo tempo, masculino e feminino. Como todos os deuses da Índia.

Uma coisa que considero essencial é aproximar os atores do universo que vão representar. Hoje foi dia de levar o Bruno Gagliasso no CPRJ, onde ele curtiu o ensaio da banda Harmonia Enlouquece, fez amizades e ouviu experiências fundamentais para a composição de sua personagem.
Que vida bonita: 101 anos de lucidez, alegria, irreverência! Dercy bateu em preconceitos e desmascarou hipocrisias, enquanto fazia a gente rir. Mostrou que é possível ser séria sem perder o bom humor, e envelhecer sem perder o viço!
Estamos na sala de informática, onde os usuários desenvolvem projetos e oferecem cursos. Pena que não dá para ver os computadores novos, todos comprados com a renda dos shows do projeto "Loucos por Música".
Ísis Valverde vive a brasileira que se apaixona e casa com o indiano interpretado pelo Caio Blat, em Caminho das Índias.
Para o hinduísmo o tempo é cíclico, e o universo está constantemente se destruindo e reconstruindo. Cada uma dessas fases equivale a uma qualidade do deus Brahma: como Brahma ele cria o universo, como Vishnu o preserva, e como Shiva (em sua versão feminina, Kali), o destroi, para que possa ser reconstruído de novo
Matam-se os fetos e os heróis. Os serviçais querem assumir papéis intelectuais, os intelectuais, o dos serviçais. Os ladrões tornam-se reis e os reis, ladrões. As mulheres virtuosas são raras. A promiscuidade propaga-se. A estabilidade e o equilíbrio das castas e das idades da vida desaparecem. A terra não produz quase nada em certos lugares e muito em outros. Os poderosos apropriam-se do bem público e deixam de proteger o povo".
Eu e a Giovana Manfredi, minha pesquisadora, passamos a tarde na Universidade Veiga de Almeida, ali na Tijuca, curtindo a apresentação do Harmonia Enlouquece. Aí está o Hamilton, vocalista do grupo, numa performance que arrebatou a platéia.
Pois é.Dessa vez a campanha da novela vai ser pelo pessoal da saúde mental. Uma homenagem ao belo trabalho da dra. Nize da Silveira e de seus seguidores, empenhados em quebrar os preconceitos milenares que cercam a loucura, e em reintegrar, sempre que possível, os portadores desses "estágios diferentes do ser" ao convívio social.
Ele será BAHUAN, o "intocável" que vive um amor proibido com MAYA (Juliana Paes), moça de casta alta, que também será disputada por RAJ (Rodrigo Lombardi).
Mais um pai em desespero, enterrando um filho. Agora uma criança de 3 anos, fuzilada por policiais que "confundiram" o carro onde ele ia, com a mãe e um irmãozinho, com o carro dos bandidos que perseguiam!
O convite para viver um indiano orgulhoso, ferrenho defensor do sistema de castas, instigou o Tony, e ele estará conosco nessa viagem mística e mágica pela velha Índia. Acabamos de nos falar por telefone:"Não tenhamos medo: mergulhemos! - ele disse, animado!
Eu também só acredito assim, Tony: mergulhemos!
Essa semana Rodrigo Lombardi começa a se reparar intensivamente para viver RAJ, o protagonista de Caminho das Índias. E vai ser matriculado numa aula de polo. Já perguntei a ele se sabe montar a cavalo: não é nenhum especialista, mas sabe. É um bom começo!


O cartunista Sharad Sharma se deu conta de que cerca de 60% da populaçao indiana estava fora da mídia e sem acesso a ela, devido ao grande o índice de analfabetismo.Sem contar com o fato de que a Índia é um país onde as diferenças regionais são muito acentuadas, existem 18 línguas oficiais e, além disso, a população de cada uma dessas regiões tem costumes muito próprios.
O projeto é bonito: Sharma circula por toda a Índia formando cartunistas locais, que através dos desenhos, levantam debates e reinvindicam melhorias para a comunidade.